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Curiosidades da dieta mediterrânea

Ancel Keys, o descobridor da dieta mediterrânea, no ano de 1952, após o surgimento de pesquisas feitas em Nápoles e desenvolvidas em sete países, que associavam riscos coronarianos e dietas. Ele desenhou esse Mediterrâneo puramente europeu, greco-romano e ocidental, como detentor de uma cultura tradicional, de mais de quinhentos anos, ao qual corresponderia uma dieta mais ou menos homogênea ou um ótimo tradicional que, no seu modo de ver, seria o responsável pela baixa taxa de doenças coronarianas na região. Essa associação que Ancel Keys estabeleceu ainda se valeu de pesquisas realizadas em Creta, em 1948, por norte-americanos da Fundação Rockefeller.

As pesquisas francesas dos anos de 1980 ajudaram na divulgação da dieta mediterrânea de Ancel Keys, que revelaram o paradoxo francês: os franceses consomem muito mais gordura animal do que os anglo-saxões e, no entanto, apresentam uma taxa muito menor de doenças coronarianas. Uma das explicações ensaiadas para isso ou uma hipótese, seria o maior consumo de vinho, associado ao consumo de gordura animal.

A diferença dessa pirâmide com a popularizada pelo Departamento de Agricultura dos EUA, possui um papel mais importante para o leite e derivados e coloca todas as gorduras, até o azeite, na categoria dos alimentos que devem ser evitados ou consumidos em poucas porções.

A dieta mediterrânea se resumiu na utopia de uma dieta prudente universal, em que a vigilância de cada um é substituída por produtos de origem mediterrânea.

Você já seguiu a dieta mediterrânea? Tem vontade de fazer? Nos conte mais sobre isso...

Beijão!

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Fique atento: Cuidados na utilização da panela de pressão

Muitas vezes não nos atentamos, mas a panela de pressão é um objeto muito perigoso em nossa cozinha, não vou mentir que já manuseei sem os cuidados necessários por falta de informação. Por isso reunimos aqui neste posts várias dicas de manuseio e cuidado para que torne sua cozinha mais segura! :)

A panela de pressão cozinha os alimentos até 3 vezes mais rápido do que as panelas normais. A água entra em ebulição (ferve) a temperaturas diferentes, dependendo da pressão atmosférica a que ela é submetida. Como ela é uma panela totalmente vedada, ela atinge temperaturas impossíveis para outras panelas, não importa o que você faça em uma panela comum a água ferverá a 100º e não subirá mais que isso durante sua evaporação, já na panela de pressão pode chegar até 120ºC, o que faz com que os alimentos cozinhem mais rápido e requer todos esses cuidados! Vamos as dicas:

 

1- nunca encha a panela com mais de 2/3 de seu espaço interno. Se você fizer isso ela corre o risco de trasbordar pelo pino e entupa a válvula principal (válvula com pino).

2- Mantenha sempre a panela centralizada na boca do fogão, mantendo assim a chama somente na base da panela e não nas laterais, isso aumenta a eficiência do cozimento e evita aquecer excessivamente os pegadores da lateral.

3- Nunca, Jamais, em hipótese alguma pressione a tampa para que ela abra logo que retirar do fogo. Quando não houver mais pressão interna, a panela abrirá facilmente sem uso de força, se não abriu com facilidade, siga a dica, espere até que a pressão tenha se dissipado.

4 - Se ao término do cozimento, você estiver com pressa em abrir a panela para consumo do alimento, leve a panela na pia e coloque-a sob a água corrente, em pouco tempo a pressão interna se dissipará.

5 - Tudo tem vida útil (prazo de validade), então se sua panela estiver com os pegadores ou a borracha frouxos, a válvula não estiver funcionando bem e deixando o ar passar, está na hora de investir em outra panela ou fazer a manutenção da mesma! Toda feira livre tem um senhor que conserta panelas de pressão! ;)

 

Essas foram as dicas do CP1 para que corra tudo bem na sua cozinha, tenham cuidado e não se exponham desnecessariamente a riscos!

beijinhos

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Pão toscano e sua ausência de sal

Como descobrir se você está diante de um verdadeiro pão toscano? Basta mordê-lo e notar a presença de sal na massa, se não houver, eis um autêntico sciocco. Esse pão tem a casca durinha e o miolo bem molinho, a aparência dá água na boca e quando você come, te deixa com gostinho de quero mais...

Há várias suposições para a ausência do sal nesse tipo de pão...

Uma delas remete ao período de guerra entre Florença e Pisa, entre os séculos 15 e 16, quando as duas províncias disputavam a hegemonia na região. Pisa era dona de um importante porto e teria aproveitado sua posição geográfica para barrar a chegada de sal e outros ingredientes para Florença. Sem esse produto, os padeiros adaptaram suas receitas e fizeram um tipo de pão que se tornou o oficial, mesmo após o fim do confronto.

A outra versão é que apenas o alto preço do sal seria a justificativa para a falta do ingrediente na massa.

Os pães toscanos trazem outra curiosidade, há séculos atrás, a população costumava fazer a massa em suas casas e recorrer aos fornos coletivos para assar de uma só vez, o que seria consumido durante vários dias. Isso resultava na perda de frescor e estimulava o aproveitamento criativo das sobras. Dessa maneira que surgiram receitas como a panzanella (salada de pão com vegetais), a pappa al pomodoro (sopa de pão com tomate), a acquacotta (caldo de verduras com pão, tomate e ovo), além da ribollita (sopa de feijão com vegetais e pão amanhecido).

Quem não gosta de pão, né? Eu amo! Se você também é fã e ainda não provou um pão italiano, não sabe o que está perdendo...

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Perfil


Gabriela Fonte tem 24 anos, mora em São Paulo e é formada em Publicidade, mas se apaixonou pelo prazer de comer bem. Criou o CP1 em 2011 e toda semana é publicada uma nova receita!




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